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	<title>Comentários sobre: A mentira do &#8220;usuário de drogas classe A&#8221;</title>
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	<description>True love waits in haunted attics</description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 13:30:04 +0000</pubDate>
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		<title>Por: renata</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-657</link>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2008 04:03:05 +0000</pubDate>
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		<description>Em http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/absnicotina.asp, o médico descreve a crise de abstinência da nicotina: 

"(...) se manifesta em crises repetitivas, muito mais intensas, desagradáveis e difíceis de suportar do que aquelas provocadas por drogas como cocaína, crack, maconha, ou álcool. Os primeiros dois dias sem fumar são os piores. As crises se sucedem uma atrás da outra até atingirem freqüência e duração máximas em 48 horas. Nesse período, as manifestações incluem irritação, ansiedade, tremores, sudorese fria nas mãos, fome compulsiva, modificação do hábito intestinal, alterações da arquitetura do sono (insônia ou hipersônia), dificuldade extrema de concentração e alternância de episódios de apatia com outros de agressividade comportamental"... 

Fumante contumaz, já passei por isso e me identifico totalmente com a descrição.

Entretanto conheço quem parou de fumar sem maiores problemas e também quem tem o vício de fumar apenas 3 cigarros por dia e nunca passa disso. No artigo, o médico explica algumas diferenças dos organismos dos fumantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Em <a href="http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/absnicotina.asp" rel="nofollow">http://drauziovarella.ig.com.br/artigos/absnicotina.asp</a>, o médico descreve a crise de abstinência da nicotina: </p>
<p>&#8220;(&#8230;) se manifesta em crises repetitivas, muito mais intensas, desagradáveis e difíceis de suportar do que aquelas provocadas por drogas como cocaína, crack, maconha, ou álcool. Os primeiros dois dias sem fumar são os piores. As crises se sucedem uma atrás da outra até atingirem freqüência e duração máximas em 48 horas. Nesse período, as manifestações incluem irritação, ansiedade, tremores, sudorese fria nas mãos, fome compulsiva, modificação do hábito intestinal, alterações da arquitetura do sono (insônia ou hipersônia), dificuldade extrema de concentração e alternância de episódios de apatia com outros de agressividade comportamental&#8221;&#8230; </p>
<p>Fumante contumaz, já passei por isso e me identifico totalmente com a descrição.</p>
<p>Entretanto conheço quem parou de fumar sem maiores problemas e também quem tem o vício de fumar apenas 3 cigarros por dia e nunca passa disso. No artigo, o médico explica algumas diferenças dos organismos dos fumantes.</p>
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	<item>
		<title>Por: renata</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-656</link>
		<dc:creator>renata</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:53:51 +0000</pubDate>
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		<description>Existe uma pesquisa relativamente abrangente realizada pela MTV em 2004 com jovens de 15 a 30 anos das classes A, B e C, de grandes capitais, através de dois questionários: um aplicado pelo entrevistador e outro de auto-preenchimento e ambos incluíam questões sobre consumo de drogas ('lícitas' e 'ilícitas').  Vale a pena dar uma olhada, mas não sei se está publicada virtualmente. 

Pessoalmente, acredito que a droga acompanha o ser humano e sempre estará presente (como a eterna questão: todos temos a ver uns com os outros e todos temos direito às nossas liberdades individuais - destrutivas, construtivas ou que façam jus, cf. a Mariana, à felicidade natural, na qual não acredito). 

É possível que o problema sequer esteja nas drogas, mas no uso que se faz delas ou, cf. diz o Marcus, no 'abuso'. Não precisamos nem imaginar sociedades que usem droga com fins rituais ou medicinais, já que elas existem. 

O nosso 'abuso' talvez reflita outras questões. Cidadania que se realiza através do consumo, tentativas por todos os lados de nos transformar em zumbis e numa massa uniforme (vide escolas); 'felicidade' propagandeada e falsa, valor exagerado do estar antenado, up to date, etc. Parece que tem sobrado pouco para a liberdade, criatividade, filosofia, tristeza genuína, busca e tudo o mais. 

Pode ser apenas um comportamento de época, mas o "beber até cair" verificado em parte dos jovens hoje tem que ter algum significado, querer dizer alguma coisa. Gostaria de saber o que é.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma pesquisa relativamente abrangente realizada pela MTV em 2004 com jovens de 15 a 30 anos das classes A, B e C, de grandes capitais, através de dois questionários: um aplicado pelo entrevistador e outro de auto-preenchimento e ambos incluíam questões sobre consumo de drogas (&#8217;lícitas&#8217; e &#8216;ilícitas&#8217;).  Vale a pena dar uma olhada, mas não sei se está publicada virtualmente. </p>
<p>Pessoalmente, acredito que a droga acompanha o ser humano e sempre estará presente (como a eterna questão: todos temos a ver uns com os outros e todos temos direito às nossas liberdades individuais - destrutivas, construtivas ou que façam jus, cf. a Mariana, à felicidade natural, na qual não acredito). </p>
<p>É possível que o problema sequer esteja nas drogas, mas no uso que se faz delas ou, cf. diz o Marcus, no &#8216;abuso&#8217;. Não precisamos nem imaginar sociedades que usem droga com fins rituais ou medicinais, já que elas existem. </p>
<p>O nosso &#8216;abuso&#8217; talvez reflita outras questões. Cidadania que se realiza através do consumo, tentativas por todos os lados de nos transformar em zumbis e numa massa uniforme (vide escolas); &#8216;felicidade&#8217; propagandeada e falsa, valor exagerado do estar antenado, up to date, etc. Parece que tem sobrado pouco para a liberdade, criatividade, filosofia, tristeza genuína, busca e tudo o mais. </p>
<p>Pode ser apenas um comportamento de época, mas o &#8220;beber até cair&#8221; verificado em parte dos jovens hoje tem que ter algum significado, querer dizer alguma coisa. Gostaria de saber o que é.</p>
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	<item>
		<title>Por: Lidia</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-447</link>
		<dc:creator>Lidia</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jan 2008 16:50:37 +0000</pubDate>
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		<description>Até que enfim!!!Aos pouquinhos o mundo vai melhorar e se livrar do fumacê!!!

02.01.2008

Adeus, cafés enfumaçados 



O café não é só um café, é também restaurante e uma extensão do escritório, de casa. Historicamente, é o estúdio do filósofo. Mas hoje a Paris dos cafés enfumaçados deixou de existir. A proibição do cigarro demorou e ainda gera polêmica. 

A estudante fuma, mas diz que apóia a lei pelo bem de todos. Já o professor reclama que isso garante só a liberdade dos não fumantes. E a liberdade dos que fumam?

Ainda se pode fumar nas mesas ao ar livre. Mas com esse frio... O homem enfrenta a temperatura abaixo de zero e depois define a medida com uma palavra que é melhor nem traduzir.

As multas são cumulativas e pesadas: começam com R$ 200 para o fumante, mais de R$ 300 para o restaurante. O pessimismo dos donos previa uma queda nas vendas de até 30%. Mas o garçom conta que o movimento aumentou hoje. Ele, que é fumante, está gostando de trabalhar no ambiente mais saudável.

O fato é que o governo francês, quando pensa em saúde pública, está pensando também nas finanças públicas. Todo o serviço de saúde, do mais simples ao mais sofisticado, é gratuito, provido pelo estado, não custa nada para o cidadão. E cinco mil pessoas no país morrem por ano por causa do fumo passivo.

A experiência de outros países, como a Irlanda e a Itália, mostra que, logo após a proibição, o número de infartos cai em até 15%.

Para que a lei realmente pegue, os franceses apelam para campanhas, charges, dizendo que antes de entrar no restaurante, tem que jogar fora o cigarro. E a fumaça também...

No Brasil, uma lei federal proíbe o fumo em lugares públicos, a não ser em áreas exclusivas para fumantes, que devem ser isoladas e arejadas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até que enfim!!!Aos pouquinhos o mundo vai melhorar e se livrar do fumacê!!!</p>
<p>02.01.2008</p>
<p>Adeus, cafés enfumaçados </p>
<p>O café não é só um café, é também restaurante e uma extensão do escritório, de casa. Historicamente, é o estúdio do filósofo. Mas hoje a Paris dos cafés enfumaçados deixou de existir. A proibição do cigarro demorou e ainda gera polêmica. </p>
<p>A estudante fuma, mas diz que apóia a lei pelo bem de todos. Já o professor reclama que isso garante só a liberdade dos não fumantes. E a liberdade dos que fumam?</p>
<p>Ainda se pode fumar nas mesas ao ar livre. Mas com esse frio&#8230; O homem enfrenta a temperatura abaixo de zero e depois define a medida com uma palavra que é melhor nem traduzir.</p>
<p>As multas são cumulativas e pesadas: começam com R$ 200 para o fumante, mais de R$ 300 para o restaurante. O pessimismo dos donos previa uma queda nas vendas de até 30%. Mas o garçom conta que o movimento aumentou hoje. Ele, que é fumante, está gostando de trabalhar no ambiente mais saudável.</p>
<p>O fato é que o governo francês, quando pensa em saúde pública, está pensando também nas finanças públicas. Todo o serviço de saúde, do mais simples ao mais sofisticado, é gratuito, provido pelo estado, não custa nada para o cidadão. E cinco mil pessoas no país morrem por ano por causa do fumo passivo.</p>
<p>A experiência de outros países, como a Irlanda e a Itália, mostra que, logo após a proibição, o número de infartos cai em até 15%.</p>
<p>Para que a lei realmente pegue, os franceses apelam para campanhas, charges, dizendo que antes de entrar no restaurante, tem que jogar fora o cigarro. E a fumaça também&#8230;</p>
<p>No Brasil, uma lei federal proíbe o fumo em lugares públicos, a não ser em áreas exclusivas para fumantes, que devem ser isoladas e arejadas.</p>
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	<item>
		<title>Por: Dênis</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-443</link>
		<dc:creator>Dênis</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Dec 2007 09:56:36 +0000</pubDate>
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		<description>Maconha é coisa de pobre!!!
Classe A fuma ópio, muito melhor!!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maconha é coisa de pobre!!!<br />
Classe A fuma ópio, muito melhor!!!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-441</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 10:54:53 +0000</pubDate>
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		<description>Uma nova pesquisa do governo do Canadá demonstrou que a fumaça da maconha pode ter toxinas mais prejudiciais do que a do cigarro. Os cientistas do Departamento de Saúde do Canadá encontraram 20 vezes mais amônia, um elemento químico ligado à ocorrência de câncer, na fumaça da maconha. A pesquisa foi publicada na revista especializada New Scientist. 

Além da amônia, a equipe do governo canadense também encontrou quantidade cinco vezes maior de cianeto de hidrogênio e óxido de nitrogênio, que estão ligados a danos causados no coração e pulmões, respectivamente. Mas a fumaça dos cigarros contêm maior quantidade de uma toxina ligada a problemas de fertilidade. 

Pesquisas anteriores mostraram que a fumaça da maconha causa mais danos aos pulmões do que a do cigarro e é inalada mais profundamente e mantida nos pulmões por um período quatro vezes mais longo. 

“O consumo de maconha por meio de fumo continua sendo uma realidade e, entre os jovens, parece estar aumentando. A confirmação da presença de (elementos) cancerígenos conhecidos e outros elementos químicos é uma informação de saúde pública importante”, disse David Moir, que liderou as pesquisas para o Departamento de Saúde do Canadá. 

A equipe de Moir usou uma máquina que coletava a fumaça para comparar a toxicidade entre o cigarro comum e a maconha e detectar a presença de pelo menos 20 elementos químicos prejudiciais à saúde. Além da fumaça inalada diretamente pelo fumante, os cientistas também analisaram a fumaça que sai da outra ponta do cigarro e que é responsável por 85% da fumaça inalada por fumantes passivos. Na maioria dos casos a fumaça diretamente inalada continha quase todos os mesmos elementos químicos que a fumaça que saía da outra ponta. 

O estudo também mostrou pouca diferença nas concentrações de uma série de outros elementos químicos como o cromo, níquel, arsênico e selênio. 

“O impacto para a saúde (do consumo) da maconha geralmente é negligenciado devido ao debate da legalidade”, disse Richard Russel, especialista na Clínica de Tórax Windsor. “Estes resultados não me surpreendem. As toxinas da fumaça da maconha causam inflamação no pulmão, dano no pulmão e câncer”, acrescentou.

Via BBC

Comentário para “Fumaça de maconha é mais tóxica que de cigarro”
Mariana Disse: 

Dezembro 29th, 2007 às 10:33 am 
Excelente notícia!
Reconfortante saber que tem cientista trabalhando seriamente, em prol do bem da humanidade!!!
Feliz Ano Novo a todos!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova pesquisa do governo do Canadá demonstrou que a fumaça da maconha pode ter toxinas mais prejudiciais do que a do cigarro. Os cientistas do Departamento de Saúde do Canadá encontraram 20 vezes mais amônia, um elemento químico ligado à ocorrência de câncer, na fumaça da maconha. A pesquisa foi publicada na revista especializada New Scientist. </p>
<p>Além da amônia, a equipe do governo canadense também encontrou quantidade cinco vezes maior de cianeto de hidrogênio e óxido de nitrogênio, que estão ligados a danos causados no coração e pulmões, respectivamente. Mas a fumaça dos cigarros contêm maior quantidade de uma toxina ligada a problemas de fertilidade. </p>
<p>Pesquisas anteriores mostraram que a fumaça da maconha causa mais danos aos pulmões do que a do cigarro e é inalada mais profundamente e mantida nos pulmões por um período quatro vezes mais longo. </p>
<p>“O consumo de maconha por meio de fumo continua sendo uma realidade e, entre os jovens, parece estar aumentando. A confirmação da presença de (elementos) cancerígenos conhecidos e outros elementos químicos é uma informação de saúde pública importante”, disse David Moir, que liderou as pesquisas para o Departamento de Saúde do Canadá. </p>
<p>A equipe de Moir usou uma máquina que coletava a fumaça para comparar a toxicidade entre o cigarro comum e a maconha e detectar a presença de pelo menos 20 elementos químicos prejudiciais à saúde. Além da fumaça inalada diretamente pelo fumante, os cientistas também analisaram a fumaça que sai da outra ponta do cigarro e que é responsável por 85% da fumaça inalada por fumantes passivos. Na maioria dos casos a fumaça diretamente inalada continha quase todos os mesmos elementos químicos que a fumaça que saía da outra ponta. </p>
<p>O estudo também mostrou pouca diferença nas concentrações de uma série de outros elementos químicos como o cromo, níquel, arsênico e selênio. </p>
<p>“O impacto para a saúde (do consumo) da maconha geralmente é negligenciado devido ao debate da legalidade”, disse Richard Russel, especialista na Clínica de Tórax Windsor. “Estes resultados não me surpreendem. As toxinas da fumaça da maconha causam inflamação no pulmão, dano no pulmão e câncer”, acrescentou.</p>
<p>Via BBC</p>
<p>Comentário para “Fumaça de maconha é mais tóxica que de cigarro”<br />
Mariana Disse: </p>
<p>Dezembro 29th, 2007 às 10:33 am<br />
Excelente notícia!<br />
Reconfortante saber que tem cientista trabalhando seriamente, em prol do bem da humanidade!!!<br />
Feliz Ano Novo a todos!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-383</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2007 23:09:53 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus, essa foi feita para você:

 Os defensores da legalização do uso da maconha invocam o filósofo inglês John Stuart Mill, citando sua célebre frase "sobre si mesmo, seu próprio corpo e mente, o indivíduo é soberano". Como o senhor analisa esse ponto de vista?

Fergusson – Essa é uma visão interessante, mas omite que o indivíduo não paga a conta das conseqüências adversas de suas opções pessoais. Essa não é uma questão meramente existencial, tem conseqüências econômicas e sociais. Quem paga a conta é o governo – ou seja, é toda a sociedade –, que tem de fazer frente ao aumento da demanda na área de saúde, por exemplo. Submeter o corpo do indivíduo a sua exclusiva responsabilidade somente faz sentido se ele também se responsabilizar pelos custos totais de suas escolhas. Mas o que ocorre é que os indivíduos exigem que a sociedade banque o custo de suas experiências pessoais e não admitem que ela tenha o direito de regular sua conduta. É uma visão muito unilateral. 

médico neozelandês David Fergusson</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus, essa foi feita para você:</p>
<p> Os defensores da legalização do uso da maconha invocam o filósofo inglês John Stuart Mill, citando sua célebre frase &#8220;sobre si mesmo, seu próprio corpo e mente, o indivíduo é soberano&#8221;. Como o senhor analisa esse ponto de vista?</p>
<p>Fergusson – Essa é uma visão interessante, mas omite que o indivíduo não paga a conta das conseqüências adversas de suas opções pessoais. Essa não é uma questão meramente existencial, tem conseqüências econômicas e sociais. Quem paga a conta é o governo – ou seja, é toda a sociedade –, que tem de fazer frente ao aumento da demanda na área de saúde, por exemplo. Submeter o corpo do indivíduo a sua exclusiva responsabilidade somente faz sentido se ele também se responsabilizar pelos custos totais de suas escolhas. Mas o que ocorre é que os indivíduos exigem que a sociedade banque o custo de suas experiências pessoais e não admitem que ela tenha o direito de regular sua conduta. É uma visão muito unilateral. </p>
<p>médico neozelandês David Fergusson</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-373</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Nov 2007 19:43:25 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus, seu discurso me lembrou "Brave New World",  de Adoux Huxley, no qual as pessoas são controladas por coisas que lhes dão prazer, como a Soma (droga criada para viciar a população e mantê-la sob domínio) e aqueles filmes ("feelies") tudo produzido para lhes diminuir a pecepção e despertar uma falsa euforia, uma válvula de escape, um fator de distração, ainda que insidiosamente deletério. Resumindo:  Huxley não valorizou apenas a importância de drogas do gênero Prozac como modeladores psíquicos, mas também a entropia das "mass media" e a pujança fantasista do cinema. Olhe em torno, ou pro próprio umbigo, e confira as "maravilhas".</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus, seu discurso me lembrou &#8220;Brave New World&#8221;,  de Adoux Huxley, no qual as pessoas são controladas por coisas que lhes dão prazer, como a Soma (droga criada para viciar a população e mantê-la sob domínio) e aqueles filmes (&#8221;feelies&#8221;) tudo produzido para lhes diminuir a pecepção e despertar uma falsa euforia, uma válvula de escape, um fator de distração, ainda que insidiosamente deletério. Resumindo:  Huxley não valorizou apenas a importância de drogas do gênero Prozac como modeladores psíquicos, mas também a entropia das &#8220;mass media&#8221; e a pujança fantasista do cinema. Olhe em torno, ou pro próprio umbigo, e confira as &#8220;maravilhas&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-364</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 20:18:11 +0000</pubDate>
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		<description>Da série: &lt;a href="http://tiagodurante.wordpress.com/2006/07/18/da-serie-maconha-e-bom-que-acalma/" rel="nofollow"&gt;"Maconha é bom que acalma"&lt;/a&gt;

Hilário!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Da série: <a href="http://tiagodurante.wordpress.com/2006/07/18/da-serie-maconha-e-bom-que-acalma/" rel="nofollow">&#8220;Maconha é bom que acalma&#8221;</a></p>
<p>Hilário!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-363</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 20:15:35 +0000</pubDate>
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		<description>Tolerância zero para os fumantes de maconha na França, alerta jornal parisiense

Por Elcio Ramalho

Reportagem publicada em 11/10/2007 Última atualização 11/10/2007 16:31 TU

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Produto ilícito na França, a maconha é consumida no país em forma de erva ou resina,chamada de hashishe. A droga foi usada por um quarto da população, ou seja , cerca de 12,4 milhões de franceses pessoas entre 12 e 75 anos de idade. (Fonte OFDT) Foto: AFP

Produto ilícito na França, a maconha é consumida no país em forma de erva ou resina,chamada de hashishe. A droga foi usada por um quarto da população, ou seja , cerca de 12,4 milhões de franceses pessoas entre 12 e 75 anos de idade. (Fonte OFDT)
Foto: AFP

As recentes medidas do governo francês para reduzir o consumo de maconha no país mereceram  destaque na imprensa francesa. O jornal Le Parisien lançou, em manchete, um alerta: é o fim da tolerância do governo com os consumidores da droga.

Fumar um baseado na França pode custar muito caro daqui para frente. Quem for pego em flagrante será obrigado a fazer um estágio de prevenção sobre os riscos do consumo de maconha que custa cerca de 450 euros, mais de 1.200 reais.

O jornal lembra ainda que o país é um dos maiores consumidores da droga na Europa com mais de 5 milhões de usuários ocasionais e 1,2 milhão de consumidores regulares. As políticas de saúde pública não têm inibido o crescimento do consumo em adolescentes comenta o Le Parisien, citando a estatística de que, em cada dois menores franceses, um já experimentou maconha. Em 1993, era um em cada cinco.

O presidente da Missão interministerial de luta contra a droga e toxicomania, Mildt, na sigla em francês, Etienne Apaire, explicou que os estágios de prevenção  serão obrigatórios para todos os usuários  interpelados.

Durante dois dias, psicólogos, médicos e policiais vão tentar convencer o usuário a deixar a droga com explicações sobre os riscos à saúde e os problemas relacionados com acidentes de carros.   

Já o Le Figaro informa que, atualmente, 200 mil franceses cultivam maconha dentro de casa, especialmente para consumo próprio. As estatísticas foram reveladas pelo OFDT-  Observatório francês de drogas e toxicomania.  As investigações dos especialistas incluíram visitas aos comerciantes que vendem material usado para o cultivo doméstico, como lâmpadas de sódio e vasos hidropônicos.  

Um jovem de 28 anos, habitante do sul da França, disse ao jornal que decidiu  plantar a droga em casa para evitar a maconha de 'má qualidade' vendida por traficantes. Com o consentimento dos pais, que apenas exigiram que ele não comercializasse o produto, o estudante de medicina confessou que no ano passado, colheu 1,5 quilo da droga, distruibuída, segundo ele, para amigos .

Em 2006, segundo apurou o Le Figaro, a polícia prendeu na França, 115 plantadores de maconha, acusados de tráfico.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tolerância zero para os fumantes de maconha na França, alerta jornal parisiense</p>
<p>Por Elcio Ramalho</p>
<p>Reportagem publicada em 11/10/2007 Última atualização 11/10/2007 16:31 TU</p>
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<p>Produto ilícito na França, a maconha é consumida no país em forma de erva ou resina,chamada de hashishe. A droga foi usada por um quarto da população, ou seja , cerca de 12,4 milhões de franceses pessoas entre 12 e 75 anos de idade. (Fonte OFDT) Foto: AFP</p>
<p>Produto ilícito na França, a maconha é consumida no país em forma de erva ou resina,chamada de hashishe. A droga foi usada por um quarto da população, ou seja , cerca de 12,4 milhões de franceses pessoas entre 12 e 75 anos de idade. (Fonte OFDT)<br />
Foto: AFP</p>
<p>As recentes medidas do governo francês para reduzir o consumo de maconha no país mereceram  destaque na imprensa francesa. O jornal Le Parisien lançou, em manchete, um alerta: é o fim da tolerância do governo com os consumidores da droga.</p>
<p>Fumar um baseado na França pode custar muito caro daqui para frente. Quem for pego em flagrante será obrigado a fazer um estágio de prevenção sobre os riscos do consumo de maconha que custa cerca de 450 euros, mais de 1.200 reais.</p>
<p>O jornal lembra ainda que o país é um dos maiores consumidores da droga na Europa com mais de 5 milhões de usuários ocasionais e 1,2 milhão de consumidores regulares. As políticas de saúde pública não têm inibido o crescimento do consumo em adolescentes comenta o Le Parisien, citando a estatística de que, em cada dois menores franceses, um já experimentou maconha. Em 1993, era um em cada cinco.</p>
<p>O presidente da Missão interministerial de luta contra a droga e toxicomania, Mildt, na sigla em francês, Etienne Apaire, explicou que os estágios de prevenção  serão obrigatórios para todos os usuários  interpelados.</p>
<p>Durante dois dias, psicólogos, médicos e policiais vão tentar convencer o usuário a deixar a droga com explicações sobre os riscos à saúde e os problemas relacionados com acidentes de carros.   </p>
<p>Já o Le Figaro informa que, atualmente, 200 mil franceses cultivam maconha dentro de casa, especialmente para consumo próprio. As estatísticas foram reveladas pelo OFDT-  Observatório francês de drogas e toxicomania.  As investigações dos especialistas incluíram visitas aos comerciantes que vendem material usado para o cultivo doméstico, como lâmpadas de sódio e vasos hidropônicos.  </p>
<p>Um jovem de 28 anos, habitante do sul da França, disse ao jornal que decidiu  plantar a droga em casa para evitar a maconha de &#8216;má qualidade&#8217; vendida por traficantes. Com o consentimento dos pais, que apenas exigiram que ele não comercializasse o produto, o estudante de medicina confessou que no ano passado, colheu 1,5 quilo da droga, distruibuída, segundo ele, para amigos .</p>
<p>Em 2006, segundo apurou o Le Figaro, a polícia prendeu na França, 115 plantadores de maconha, acusados de tráfico.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-362</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 20:02:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-362</guid>
		<description># Notícias
Maconha ingerida pode provocar overdose e surto psicótico
O estudante que ingeriu a droga permaneceu três meses em tratamento psiquiátrico


RIO DE JANEIRO - Uma brincadeira de mau gosto entre amigos comprovou que a maconha ingerida é muito mais potente do que quando fumada. Um universitário de 26 anos teve um surto psicótico de 36 horas após comer brigadeiro misturado à droga. O rapaz, que passou um ano em tratamento com antipsicóticos e chegou a ficar internado, tinha na urina sete vezes mais do princípio ativo da maconha (THC) do que aqueles que a fumaram. O estudo, dos psiquiatra Jorge Jaber e André Charles, foi publicado na revista americana CNS Spectrum, patrocinada pelo Colégio Internacional de Neuropsiquiatria.

"Esse caso serve de alerta e chama atenção para o risco de surto psicótico. Esse jovem poderia ter cometido suicídio para se proteger da forte sensação de perseguição. O surto também poderia ter evoluído para esquizofrenia ou doença psicótica mais grave, o que não ocorreu", disse Jaber, do Colégio Internacional de Neuropsiquiatria e diretor-geral da Clínica Jorge Jaber, especializada em dependência química.

O estudante chegou à emergência psiquiátrica com quadro de delírios de perseguição, paranóia, agitação e alucinações. "Ele dizia que seria assassinado por um enviado do demônio", conta Jaber. O psiquiatra que o atendeu desconfiou de efeito de drogas. "Mas o rapaz era radicalmente contra o uso de substâncias tóxicas e discutia com a familiares e amigos que faziam uso dessas substâncias. O médico era experiente e insistiu com os pais do rapaz."

O pai do universitário procurou os amigos do filho. Um deles confirmou que haviam tentado "pregar uma peça" no amigo, acrescentando maconha à receita do brigadeiro. "Eles queriam que o jovem experimentasse maconha de uma forma ou de outra. O rapaz não sabia da ´brincadeira´ e abusou do brigadeiro. Quando ele começou a ´viajar´ e evoluiu rapidamente para o quadro paranóico, os amigos o deixaram em casa e não contaram nada aos pais dele", contou Jaber, para quem o caso foi encaminhado.

A clínica do médico tem convênio com o Labdop, laboratório do Departamento de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), num estudo sobre a concentração de maconha na urina ao longo do tempo (a fim de estabelecer parâmetros para o caso de dopping de atletas). A urina da vítima do trote foi analisada e nela havia quantidade de THC sete vezes superior à da presente na urina daqueles que apenas fumaram maconha.

"Ele teve uma overdose de maconha", disse o médico. Ao longo dos dias, o princípio ativo foi eliminado, mas persistia no organismo em quantidade superior àqueles que fumaram a droga. O estudante permaneceu três meses em tratamento psiquiátrico e durante um ano tomou antipsicótico para evitar novo surto.

"Há poucos trabalhos publicados sobre maconha usada por via oral. Mas nesses trabalhos e nesse estudo feito por nós o que fica demonstrado é que a maconha causa mais problemas se for ingerida", afirmou Jaber.


Fonte:http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/jun/19/304.htm?RSS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p># Notícias<br />
Maconha ingerida pode provocar overdose e surto psicótico<br />
O estudante que ingeriu a droga permaneceu três meses em tratamento psiquiátrico</p>
<p>RIO DE JANEIRO - Uma brincadeira de mau gosto entre amigos comprovou que a maconha ingerida é muito mais potente do que quando fumada. Um universitário de 26 anos teve um surto psicótico de 36 horas após comer brigadeiro misturado à droga. O rapaz, que passou um ano em tratamento com antipsicóticos e chegou a ficar internado, tinha na urina sete vezes mais do princípio ativo da maconha (THC) do que aqueles que a fumaram. O estudo, dos psiquiatra Jorge Jaber e André Charles, foi publicado na revista americana CNS Spectrum, patrocinada pelo Colégio Internacional de Neuropsiquiatria.</p>
<p>&#8220;Esse caso serve de alerta e chama atenção para o risco de surto psicótico. Esse jovem poderia ter cometido suicídio para se proteger da forte sensação de perseguição. O surto também poderia ter evoluído para esquizofrenia ou doença psicótica mais grave, o que não ocorreu&#8221;, disse Jaber, do Colégio Internacional de Neuropsiquiatria e diretor-geral da Clínica Jorge Jaber, especializada em dependência química.</p>
<p>O estudante chegou à emergência psiquiátrica com quadro de delírios de perseguição, paranóia, agitação e alucinações. &#8220;Ele dizia que seria assassinado por um enviado do demônio&#8221;, conta Jaber. O psiquiatra que o atendeu desconfiou de efeito de drogas. &#8220;Mas o rapaz era radicalmente contra o uso de substâncias tóxicas e discutia com a familiares e amigos que faziam uso dessas substâncias. O médico era experiente e insistiu com os pais do rapaz.&#8221;</p>
<p>O pai do universitário procurou os amigos do filho. Um deles confirmou que haviam tentado &#8220;pregar uma peça&#8221; no amigo, acrescentando maconha à receita do brigadeiro. &#8220;Eles queriam que o jovem experimentasse maconha de uma forma ou de outra. O rapaz não sabia da ´brincadeira´ e abusou do brigadeiro. Quando ele começou a ´viajar´ e evoluiu rapidamente para o quadro paranóico, os amigos o deixaram em casa e não contaram nada aos pais dele&#8221;, contou Jaber, para quem o caso foi encaminhado.</p>
<p>A clínica do médico tem convênio com o Labdop, laboratório do Departamento de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), num estudo sobre a concentração de maconha na urina ao longo do tempo (a fim de estabelecer parâmetros para o caso de dopping de atletas). A urina da vítima do trote foi analisada e nela havia quantidade de THC sete vezes superior à da presente na urina daqueles que apenas fumaram maconha.</p>
<p>&#8220;Ele teve uma overdose de maconha&#8221;, disse o médico. Ao longo dos dias, o princípio ativo foi eliminado, mas persistia no organismo em quantidade superior àqueles que fumaram a droga. O estudante permaneceu três meses em tratamento psiquiátrico e durante um ano tomou antipsicótico para evitar novo surto.</p>
<p>&#8220;Há poucos trabalhos publicados sobre maconha usada por via oral. Mas nesses trabalhos e nesse estudo feito por nós o que fica demonstrado é que a maconha causa mais problemas se for ingerida&#8221;, afirmou Jaber.</p>
<p>Fonte:http://www.estadao.com.br/ciencia/noticias/2006/jun/19/304.htm?RSS</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-360</link>
		<dc:creator>mariana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Nov 2007 15:32:39 +0000</pubDate>
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		<description>16 de Setembro de 2007 - 14h46 - Última modificação em 16 de Setembro de 2007 - 14h46 


Milhares de pessoas participam no Rio de caminhada contra uso de drogas 

Adriana Brendler 
Repórter da Agência Brasil 

    





 Rio de Janeiro - Cerca de 18 mil pessoas participaram hoje (16) de caminhadas em 14 bairros da cidade contra o uso de drogas e em defesa da preservação da saúde. Com o slogan Rio Caminhando a Favor da Vida, a atividade é realizada todos os anos, desde 2001, no terceiro domingo de setembro pela Secretaria Especial de Prevenção à Dependência Química, ligada à prefeitura da cidade.

Além das caminhadas, em cada bairro, foi realizada uma série de atividades, como atendimentos gratuitos de saúde e apresentações musicais. Participaram da mobilização, que envolveu todas as secretarias do município, estudantes, membros de associações de moradores e organizações não-governamentais (ONGs).

 Para o secretário especial de Prevenção à Dependência Química, Francisco Borges, a prevenção pela educação é a chave para combater o problema das drogas. “O vetor principal do combate às drogas está na prevenção, principalmente por meio da educação", disse Borges. Ele enfatizou, entretanto, que não se pode ficar só na educação: "É necessária a repressão desde o mercado produtor, das rotas, até o mercado consumidor,  mas a prevenção é o principal vetor, principalmente por ser mais barato e atingir todas as camadas da sociedade”. 

Segundo o secretário, programas de prevenção ao uso de drogas são desenvolvidos nas 1.055 escolas do município, instruindo crianças e adolescentes sobre o poder destrutivo das drogas e buscando ocupar a vida destes com ações positivas, na área da música e do esporte. 

Cerca de cinco mil moradores de comunidades também foram formados pela secretaria como multiplicadores de informações e hoje atuam na chamada “rede preventiva local” articulada nos bairros da cidade. 

Para Borges, o consumo de drogas é um dos principais responsáveis pela violência, inclusive no Rio de Janeiro. “Na realidade, o que dá escala à violência é a droga. O armamento vem só para sustentar. O Rio de Janeiro, hoje, faz um combate efetivo às drogas tanto na prevenção como na repressão". A sociedade também precisa se conscientizar, principalmente a juventude, do problema das drogas, acrescentou Borges. "Se não tiver comprador, não terá vendedor. Essa é atônica da prevenção: reduzir cada vez mais a demanda às drogas. Se reduzo a procura, acaba também o poder de quem vende”.

Borges lembrou que, além de combater o consumo de drogas ilegais, como maconha, crack e cocaína, o trabalho da secretaria visa reduzir o consumo de drogas legais, como o álcool e o cigarro.  De acordo com o secretário, o álcool é responsável por 75% dos acidentes de trânsito ocorridos com pessoas na faixa de 18 a 24 anos, enquanto o tabaco é causador de 55 mil mortes anuais por problemas cardíacos e pulmonares nas metrópoles brasileiras.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>16 de Setembro de 2007 - 14h46 - Última modificação em 16 de Setembro de 2007 - 14h46 </p>
<p>Milhares de pessoas participam no Rio de caminhada contra uso de drogas </p>
<p>Adriana Brendler<br />
Repórter da Agência Brasil </p>
<p> Rio de Janeiro - Cerca de 18 mil pessoas participaram hoje (16) de caminhadas em 14 bairros da cidade contra o uso de drogas e em defesa da preservação da saúde. Com o slogan Rio Caminhando a Favor da Vida, a atividade é realizada todos os anos, desde 2001, no terceiro domingo de setembro pela Secretaria Especial de Prevenção à Dependência Química, ligada à prefeitura da cidade.</p>
<p>Além das caminhadas, em cada bairro, foi realizada uma série de atividades, como atendimentos gratuitos de saúde e apresentações musicais. Participaram da mobilização, que envolveu todas as secretarias do município, estudantes, membros de associações de moradores e organizações não-governamentais (ONGs).</p>
<p> Para o secretário especial de Prevenção à Dependência Química, Francisco Borges, a prevenção pela educação é a chave para combater o problema das drogas. “O vetor principal do combate às drogas está na prevenção, principalmente por meio da educação&#8221;, disse Borges. Ele enfatizou, entretanto, que não se pode ficar só na educação: &#8220;É necessária a repressão desde o mercado produtor, das rotas, até o mercado consumidor,  mas a prevenção é o principal vetor, principalmente por ser mais barato e atingir todas as camadas da sociedade”. </p>
<p>Segundo o secretário, programas de prevenção ao uso de drogas são desenvolvidos nas 1.055 escolas do município, instruindo crianças e adolescentes sobre o poder destrutivo das drogas e buscando ocupar a vida destes com ações positivas, na área da música e do esporte. </p>
<p>Cerca de cinco mil moradores de comunidades também foram formados pela secretaria como multiplicadores de informações e hoje atuam na chamada “rede preventiva local” articulada nos bairros da cidade. </p>
<p>Para Borges, o consumo de drogas é um dos principais responsáveis pela violência, inclusive no Rio de Janeiro. “Na realidade, o que dá escala à violência é a droga. O armamento vem só para sustentar. O Rio de Janeiro, hoje, faz um combate efetivo às drogas tanto na prevenção como na repressão&#8221;. A sociedade também precisa se conscientizar, principalmente a juventude, do problema das drogas, acrescentou Borges. &#8220;Se não tiver comprador, não terá vendedor. Essa é atônica da prevenção: reduzir cada vez mais a demanda às drogas. Se reduzo a procura, acaba também o poder de quem vende”.</p>
<p>Borges lembrou que, além de combater o consumo de drogas ilegais, como maconha, crack e cocaína, o trabalho da secretaria visa reduzir o consumo de drogas legais, como o álcool e o cigarro.  De acordo com o secretário, o álcool é responsável por 75% dos acidentes de trânsito ocorridos com pessoas na faixa de 18 a 24 anos, enquanto o tabaco é causador de 55 mil mortes anuais por problemas cardíacos e pulmonares nas metrópoles brasileiras.</p>
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		<title>Por: Joana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-358</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Nov 2007 13:07:46 +0000</pubDate>
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		<description>Jovens presos abasteciam favelas com drogas sintéticas 
Sex, 09 Nov, 06h31
 


A Operação Octógono, que desbaratou uma quadrilha de traficantes de classe média que atuava na zona sul do Rio, revelou que os jovens do asfalto abasteciam os morros do Rio com drogas sintéticas. De acordo com o inspetor Ricardo Di Donato, isso ficou claro na atuação de pelo menos um dos acusados, Maycon Igor Soralick, de 20 anos, preso ontem com haxixe e maconha. "Ele fazia escambo, principalmente com os traficantes do Morro Santo Amaro, no Catete. Ele levava ácido e ecstasy e descia com maconha e haxixe", afirmou o inspetor. 

A polícia vem investigando o crescimento das vendas de drogas sintéticas no Rio, nos últimos anos. Hoje, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, informou que o setor de inteligência da polícia está rastreando a rota dessas drogas. "Já sabemos por onde vem. Temos um bom rastro. É complicado porque a distribuição é muito capilarizada. Com um pequeno volume da substância se consegue grande quantidade de drogas. É muito fácil distribuir", afirmou.

A quadrilha presa ontem vendia ecstasy nacional e importado, a preços que variavam de R$ 25 a R$ 50. "As drogas era comercializadas em raves, PVTs (abreviação de Private, festas com pouca divulgação, fechadas para poucos) e day after. A day after é a festa em que eles gastam a onda das drogas sintéticas consumidas na festa anterior", explicou Di Donato.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jovens presos abasteciam favelas com drogas sintéticas<br />
Sex, 09 Nov, 06h31</p>
<p>A Operação Octógono, que desbaratou uma quadrilha de traficantes de classe média que atuava na zona sul do Rio, revelou que os jovens do asfalto abasteciam os morros do Rio com drogas sintéticas. De acordo com o inspetor Ricardo Di Donato, isso ficou claro na atuação de pelo menos um dos acusados, Maycon Igor Soralick, de 20 anos, preso ontem com haxixe e maconha. &#8220;Ele fazia escambo, principalmente com os traficantes do Morro Santo Amaro, no Catete. Ele levava ácido e ecstasy e descia com maconha e haxixe&#8221;, afirmou o inspetor. </p>
<p>A polícia vem investigando o crescimento das vendas de drogas sintéticas no Rio, nos últimos anos. Hoje, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, informou que o setor de inteligência da polícia está rastreando a rota dessas drogas. &#8220;Já sabemos por onde vem. Temos um bom rastro. É complicado porque a distribuição é muito capilarizada. Com um pequeno volume da substância se consegue grande quantidade de drogas. É muito fácil distribuir&#8221;, afirmou.</p>
<p>A quadrilha presa ontem vendia ecstasy nacional e importado, a preços que variavam de R$ 25 a R$ 50. &#8220;As drogas era comercializadas em raves, PVTs (abreviação de Private, festas com pouca divulgação, fechadas para poucos) e day after. A day after é a festa em que eles gastam a onda das drogas sintéticas consumidas na festa anterior&#8221;, explicou Di Donato.</p>
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		<title>Por: Joana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-357</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Nov 2007 21:27:22 +0000</pubDate>
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		<description>Relator da ONU ganha réplica do 'Caveirão' da PM 
Sex, 09 Nov, 02h28
 


O relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para execuções sumárias, arbitrárias e extra-judiciais, Philip Alston, recebeu uma réplica do "Caveirão" - veículo blindado usado pela polícia do Rio - como presente do comandante do 16º Batalhão de Olaria, Marcos Jardim. Ele visitou o batalhão para recolher informações sobre as operações no Complexo do Alemão, que deixaram mortas mais de 60 pessoas desde o início da operação Cerco Amplo, em junho. 

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Jardim negou que o presente tenha sido uma provocação aos movimentos de direitos humanos. "Lamento muito pelos 'policiólogos', muitos deles usuários de drogas, que alimentam o crime. Essa viatura não mata, e sim salva vidas. Esta foto vai entrar para a história", disse, referindo-se ao momento em que entregou a réplica ao relator especial.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Relator da ONU ganha réplica do &#8216;Caveirão&#8217; da PM<br />
Sex, 09 Nov, 02h28</p>
<p>O relator especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para execuções sumárias, arbitrárias e extra-judiciais, Philip Alston, recebeu uma réplica do &#8220;Caveirão&#8221; - veículo blindado usado pela polícia do Rio - como presente do comandante do 16º Batalhão de Olaria, Marcos Jardim. Ele visitou o batalhão para recolher informações sobre as operações no Complexo do Alemão, que deixaram mortas mais de 60 pessoas desde o início da operação Cerco Amplo, em junho. </p>
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<p>Jardim negou que o presente tenha sido uma provocação aos movimentos de direitos humanos. &#8220;Lamento muito pelos &#8216;policiólogos&#8217;, muitos deles usuários de drogas, que alimentam o crime. Essa viatura não mata, e sim salva vidas. Esta foto vai entrar para a história&#8221;, disse, referindo-se ao momento em que entregou a réplica ao relator especial.</p>
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	<item>
		<title>Por: Ana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-353</link>
		<dc:creator>Ana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:58:06 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Rita!

Como eu já disse anteriormente, tive experiência com remédio à base de morfina, em um momento de doença na vida. E é isso aí, qualquer droga, psicotrópica ou não, tem sua aplicação na medicina. O difícil é pessoas sadias a usarem, seja sob a ilusão de recrear-se ou relaxar...pois sabemos que em organismos sadios uma droga desenvolvida para doentes geraria apenas a própria doença!

Ah! Nos medicamentos à base de cannabis será retirado o efeito alucinógeno (já basta a pessoa estar doente!). O que eles querem aproveitar são os efeitos contra náusea e perda de apetite, por exemplo. Mas há toda uma linha de medicamentos muito mais eficazes no mercado.

Tb há notícias de desenvolvimento de uma planta de cânhamo para a indústria têxtil que suprima o efeito psicoativo. 
Em contrapartida a essa fabricação de remédios, veja as notícias da Holanda de que estão fechando várias koffeshops e sistematizando seu funcionamento.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Rita!</p>
<p>Como eu já disse anteriormente, tive experiência com remédio à base de morfina, em um momento de doença na vida. E é isso aí, qualquer droga, psicotrópica ou não, tem sua aplicação na medicina. O difícil é pessoas sadias a usarem, seja sob a ilusão de recrear-se ou relaxar&#8230;pois sabemos que em organismos sadios uma droga desenvolvida para doentes geraria apenas a própria doença!</p>
<p>Ah! Nos medicamentos à base de cannabis será retirado o efeito alucinógeno (já basta a pessoa estar doente!). O que eles querem aproveitar são os efeitos contra náusea e perda de apetite, por exemplo. Mas há toda uma linha de medicamentos muito mais eficazes no mercado.</p>
<p>Tb há notícias de desenvolvimento de uma planta de cânhamo para a indústria têxtil que suprima o efeito psicoativo.<br />
Em contrapartida a essa fabricação de remédios, veja as notícias da Holanda de que estão fechando várias koffeshops e sistematizando seu funcionamento.</p>
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		<title>Por: Rita</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-352</link>
		<dc:creator>Rita</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Nov 2007 13:45:05 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus,

Eu sempre leio o seu blog mas é a primeira vez que eu deixo um comentário.
Acabei de ler a &lt;a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/071107/mundo/mundo_holanda_maconha_remedio_pol" rel="nofollow"&gt;matéria no Yahoo&lt;/a&gt;:

Abraços,
Rita

Holanda quer regulamentar maconha como remédio normal

AMSTERDÃ (Reuters) - O governo holandês anunciou nesta quarta-feira que pretende promover o desenvolvimento de remédios à base de maconha e que vai ampliar a disponibilidade da droga em farmácias dentro de cinco anos para permitir mais pesquisas científicas.

Em 2003, a Holanda se tornou o primeiro país do mundo a disponibilizar a maconha sob receita médica para o tratamento de dores crônicas, náuseas e perda de apetite em casos de câncer, Aids e esclerose múltipla.

"A cannabis medicinal deve se tornar um medicamento registrado comum", disse em nota o ministro da Saúde, Ab Klink, acrescentando que pretende dar todas as condições para que um laboratório holandês desenvolva remédios específicos com a droga.

A Holanda, onde a prostituição e a venda da maconha para fins recreativos são regulamentadas pelo governo, tem um longo histórico de pioneirismo em reformas sociais. O país também foi o primeiro a legalizar a eutanásia.

O governo regulamenta o cultivo de cepas especiais de maconha em condições iguais a laboratórios, para fornecimento em farmácias. Uma empresa holandesa começou no ano passado a desenvolver um medicamento à base da droga, segundo o Ministério da Saúde.

"O caminho do desenvolvimento, que pode levar vários anos, pode resultar em detalhes científicos e descobertas sobre o equilíbrio entre eficácia e segurança da maconha medicinal", disse a nota.

(Por Emma Thomasson)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus,</p>
<p>Eu sempre leio o seu blog mas é a primeira vez que eu deixo um comentário.<br />
Acabei de ler a <a href="http://br.noticias.yahoo.com/s/reuters/071107/mundo/mundo_holanda_maconha_remedio_pol" rel="nofollow">matéria no Yahoo</a>:</p>
<p>Abraços,<br />
Rita</p>
<p>Holanda quer regulamentar maconha como remédio normal</p>
<p>AMSTERDÃ (Reuters) - O governo holandês anunciou nesta quarta-feira que pretende promover o desenvolvimento de remédios à base de maconha e que vai ampliar a disponibilidade da droga em farmácias dentro de cinco anos para permitir mais pesquisas científicas.</p>
<p>Em 2003, a Holanda se tornou o primeiro país do mundo a disponibilizar a maconha sob receita médica para o tratamento de dores crônicas, náuseas e perda de apetite em casos de câncer, Aids e esclerose múltipla.</p>
<p>&#8220;A cannabis medicinal deve se tornar um medicamento registrado comum&#8221;, disse em nota o ministro da Saúde, Ab Klink, acrescentando que pretende dar todas as condições para que um laboratório holandês desenvolva remédios específicos com a droga.</p>
<p>A Holanda, onde a prostituição e a venda da maconha para fins recreativos são regulamentadas pelo governo, tem um longo histórico de pioneirismo em reformas sociais. O país também foi o primeiro a legalizar a eutanásia.</p>
<p>O governo regulamenta o cultivo de cepas especiais de maconha em condições iguais a laboratórios, para fornecimento em farmácias. Uma empresa holandesa começou no ano passado a desenvolver um medicamento à base da droga, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p>&#8220;O caminho do desenvolvimento, que pode levar vários anos, pode resultar em detalhes científicos e descobertas sobre o equilíbrio entre eficácia e segurança da maconha medicinal&#8221;, disse a nota.</p>
<p>(Por Emma Thomasson)</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-340</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 14:45:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-340</guid>
		<description>Os números que você cita são dos percentuais relativos por classe, e os números que eu mostrei (apenas contando as ocorrências) são os percentuais em relação ao total.

O estudo confirma o que eu disse, que o consumo de drogas existe em todas as classes sociais. A pequena variação não elide o fato de que elas também são bastante consumidas nas classes mais baixas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os números que você cita são dos percentuais relativos por classe, e os números que eu mostrei (apenas contando as ocorrências) são os percentuais em relação ao total.</p>
<p>O estudo confirma o que eu disse, que o consumo de drogas existe em todas as classes sociais. A pequena variação não elide o fato de que elas também são bastante consumidas nas classes mais baixas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-339</link>
		<dc:creator>Joana</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 13:11:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-339</guid>
		<description>Oi, Marcus, dei uma olhada no estudo linkado.
Na tabela 1 tem outros percentuais diferentes do que vc postou...onde vc viu os números que citou?

Na tabela 1 está claramente colocado que a classe A é maior consumidora de álcool, tabaco e outras drogas, com larga margem de diferença com relação à D e E principalmente...dá uma olhadinha de novo para conferir!

Inclusive, logo no primeiro parágrafo (RESUMO) está escrito que nas classes mais favorecidas a incidência do consumo de drogas é bem maior!!

Não entendi sua interpretação, enfim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Marcus, dei uma olhada no estudo linkado.<br />
Na tabela 1 tem outros percentuais diferentes do que vc postou&#8230;onde vc viu os números que citou?</p>
<p>Na tabela 1 está claramente colocado que a classe A é maior consumidora de álcool, tabaco e outras drogas, com larga margem de diferença com relação à D e E principalmente&#8230;dá uma olhadinha de novo para conferir!</p>
<p>Inclusive, logo no primeiro parágrafo (RESUMO) está escrito que nas classes mais favorecidas a incidência do consumo de drogas é bem maior!!</p>
<p>Não entendi sua interpretação, enfim.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-332</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 16:51:48 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-332</guid>
		<description>A pesquisa linkada mostra números completamente diferentes da "pesquisa" da FGV.

A Tabela 1 mostra 310 ocorrências positivas para drogas, sendo que apenas 46 na classe A, ou seja, &lt;strong&gt;14%&lt;/strong&gt;, e não &lt;strong&gt;62%&lt;/strong&gt; como mostra a "pesquisa" da FGV.

A classe C tem 67 ocorrências, ou seja, &lt;strong&gt;mais ocorrências do que na classe A&lt;/strong&gt;.

Obrigado por me dar mais uma prova de que esse estudo da FGV é furado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa linkada mostra números completamente diferentes da &#8220;pesquisa&#8221; da FGV.</p>
<p>A Tabela 1 mostra 310 ocorrências positivas para drogas, sendo que apenas 46 na classe A, ou seja, <strong>14%</strong>, e não <strong>62%</strong> como mostra a &#8220;pesquisa&#8221; da FGV.</p>
<p>A classe C tem 67 ocorrências, ou seja, <strong>mais ocorrências do que na classe A</strong>.</p>
<p>Obrigado por me dar mais uma prova de que esse estudo da FGV é furado.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-331</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 11:15:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-331</guid>
		<description>Desculpe-me, o nome do estudo é "Uso de drogas entre estudantes de uma escola pública de São Paulo", &lt;a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/28_4/artigos/art176.htm" rel="nofollow"&gt;neste link&lt;/a&gt;.

Flávio, escreverei para você em seguida. Um beijo!
Mariana</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpe-me, o nome do estudo é &#8220;Uso de drogas entre estudantes de uma escola pública de São Paulo&#8221;, <a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/28_4/artigos/art176.htm" rel="nofollow">neste link</a>.</p>
<p>Flávio, escreverei para você em seguida. Um beijo!<br />
Mariana</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flavio</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-328</link>
		<dc:creator>Flavio</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 23:29:30 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-328</guid>
		<description>Caros,

Não desejo mais participar deste blog, apenas gostaria de deixar o meu contato para a Mariana. 

Abraços,

Flavio
flavio@btechonline.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caros,</p>
<p>Não desejo mais participar deste blog, apenas gostaria de deixar o meu contato para a Mariana. </p>
<p>Abraços,</p>
<p>Flavio<br />
<a href="mailto:flavio@btechonline.com.br">flavio@btechonline.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-322</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 18:13:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-322</guid>
		<description>Tem dezenas de artigos neste site. Não sei a qual você se refere.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tem dezenas de artigos neste site. Não sei a qual você se refere.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-321</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 17:14:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-321</guid>
		<description>Dá uma olhadinha nessa pesquisa, de 2001, do qual extraí (do primeiro parágrafo) o seguinte:
O uso de drogas é maior nas classes sociais mais altas, com exceção do álcool, que não mostrou variações nas diferentes classes sociais. Observou-se associação positiva entre uso de drogas, exceto álcool e tabaco, e reprovação escolar.

http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/

Telma, quem tem um blog gosta mesmo de ler e responder!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dá uma olhadinha nessa pesquisa, de 2001, do qual extraí (do primeiro parágrafo) o seguinte:<br />
O uso de drogas é maior nas classes sociais mais altas, com exceção do álcool, que não mostrou variações nas diferentes classes sociais. Observou-se associação positiva entre uso de drogas, exceto álcool e tabaco, e reprovação escolar.</p>
<p><a href="http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/" rel="nofollow">http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/</a></p>
<p>Telma, quem tem um blog gosta mesmo de ler e responder!!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Telma</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-319</link>
		<dc:creator>Telma</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 13:41:59 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-319</guid>
		<description>Marquinhos, meu querido, você tem uma paciência de Jó, caramba.... eu só de ler me canso, tu ainda tens saco pra responder....rsrsrs
Beijo !!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marquinhos, meu querido, você tem uma paciência de Jó, caramba&#8230;. eu só de ler me canso, tu ainda tens saco pra responder&#8230;.rsrsrs<br />
Beijo !!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Kenji</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-315</link>
		<dc:creator>André Kenji</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2007 03:08:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-315</guid>
		<description>"Não preciso que noticiem o assédio. O assédio que muitos sofrem é constante e principalmente em festas, ou você nunca teve alguém lhe oferecendo uma droga para usar que dissesse que “você vai ficar de boa”, “vai pro paraíso”, “vai fazer uma viagem maravilhosa”, “esse é do bom”…"

http://www.youtube.com/watch?v=s2eFdO7H7cU</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não preciso que noticiem o assédio. O assédio que muitos sofrem é constante e principalmente em festas, ou você nunca teve alguém lhe oferecendo uma droga para usar que dissesse que “você vai ficar de boa”, “vai pro paraíso”, “vai fazer uma viagem maravilhosa”, “esse é do bom”…&#8221;</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=s2eFdO7H7cU" rel="nofollow">http://www.youtube.com/watch?v=s2eFdO7H7cU</a></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-312</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 23:34:06 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-312</guid>
		<description>E não diz nada mesmo!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E não diz nada mesmo!!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-309</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 21:42:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-309</guid>
		<description>Não tem nada de errado com a minha definição.

Eu não fico preenchendo parágrafos e parágrafos para dizer uma coisa que cabe em duas linhas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tem nada de errado com a minha definição.</p>
<p>Eu não fico preenchendo parágrafos e parágrafos para dizer uma coisa que cabe em duas linhas.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-306</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 21:14:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-306</guid>
		<description>Ahahah!.
Mandar uma banana!
Ahahahaaaaaa!

Não conseguiu dizer nem isso!! Um pouquinho só de reflexão, vamos lá, você consegue uma definição melhor!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ahahah!.<br />
Mandar uma banana!<br />
Ahahahaaaaaa!</p>
<p>Não conseguiu dizer nem isso!! Um pouquinho só de reflexão, vamos lá, você consegue uma definição melhor!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-304</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 21:02:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-304</guid>
		<description>Adulto é quem tem a idade legal, paga as suas contas e pode mandar uma banana pra qualquer um que queira se meter na sua vida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Adulto é quem tem a idade legal, paga as suas contas e pode mandar uma banana pra qualquer um que queira se meter na sua vida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-303</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 20:27:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-303</guid>
		<description>Aliás, vamos lá, me diga qual é a sua definição de "adulto", por favor.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aliás, vamos lá, me diga qual é a sua definição de &#8220;adulto&#8221;, por favor.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mariana</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-302</link>
		<dc:creator>Mariana</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 20:26:58 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/24/a-mentira-do-usuario-de-drogas-classe-a/#comment-302</guid>
		<description>Sou apenas aprendiz, e especial tb, como cada um de nós, Marcus. Só que tem gente que vê o mundo mas não o enxerga de verdade, não interpreta bem muitas vezes nem o que lê. 

Para mim, dizer que sou presunçosa é defesa sua por falta de argumentos.

Eu procuro aprender inclusive pelas ações dos outros que me cercam, inclusive com essas desses 17 da rave. 

Forjar um caráter é uma proposta permanente. Ser um adulto tb implica crescimento. Só que de consciência. Não é com baderna ou permissividade que a humanidade cresce. É com criatividade e atitude consciente.

Se vc mantém um blog com o propósito de acrescentar algo, tenha muita responsabilidade com as informações que veicula.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou apenas aprendiz, e especial tb, como cada um de nós, Marcus. Só que tem gente que vê o mundo mas não o enxerga de verdade, não interpreta bem muitas vezes nem o que lê. </p>
<p>Para mim, dizer que sou presunçosa é defesa sua por falta de argumentos.</p>
<p>Eu procuro aprender inclusive pelas ações dos outros que me cercam, inclusive com essas desses 17 da rave. </p>
<p>Forjar um caráter é uma proposta permanente. Ser um adulto tb implica crescimento. Só que de consciência. Não é com baderna ou permissividade que a humanidade cresce. É com criatividade e atitude consciente.</p>
<p>Se vc mantém um blog com o propósito de acrescentar algo, tenha muita responsabilidade com as informações que veicula.</p>
]]></content:encoded>
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