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	<title>Comentários sobre: Che</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 05:37:56 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Luis Angelo Aracri</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-468</link>
		<dc:creator>Luis Angelo Aracri</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 00:01:52 +0000</pubDate>
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		<description>"Ele foi também um pensador, um homem de reflexão, que nunca deixou de ler e escrever, aproveitando qualquer pausa entre duas batalhas para pegar a pena e o papel. Seu pensamento o faz um dos mais importantes renovadores do marxismo na América Latina, quiça o mais importante depois de José Carlos Mariátegui" (MICHAEL LÖWY)

Esse fragmento retirei de um texto do Löwy no qual ele escreve que Che é muito pouco lembrado pela sua obra marxista. Guevara chegou a produzir textos sobre a Lei do Valor! Löwy chega a afirmar que existe um "marxismo de Che". Em "Notas para o estudo da ideologia da Revolução Cubana" (1960), ele afirma que mesmo Marx havia cometido erros em "O Capital" que deveriam ser criticados. Esse é um lado do Che que poderia ser mais explorado e que representa, ainda, um tesouro escondido. Senti falta do interesse pelas facetas menos conhecidas dele, que ajudam a humanizar ainda mais o personagem.

Em todo caso, para mim foi uma grata surpresa a descoberta deste blog. Seus textos são muito bons, esclarecedores e, sobretudo, (auto)críticos. Um forte abraço e continue com este belo trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Ele foi também um pensador, um homem de reflexão, que nunca deixou de ler e escrever, aproveitando qualquer pausa entre duas batalhas para pegar a pena e o papel. Seu pensamento o faz um dos mais importantes renovadores do marxismo na América Latina, quiça o mais importante depois de José Carlos Mariátegui&#8221; (MICHAEL LÖWY)</p>
<p>Esse fragmento retirei de um texto do Löwy no qual ele escreve que Che é muito pouco lembrado pela sua obra marxista. Guevara chegou a produzir textos sobre a Lei do Valor! Löwy chega a afirmar que existe um &#8220;marxismo de Che&#8221;. Em &#8220;Notas para o estudo da ideologia da Revolução Cubana&#8221; (1960), ele afirma que mesmo Marx havia cometido erros em &#8220;O Capital&#8221; que deveriam ser criticados. Esse é um lado do Che que poderia ser mais explorado e que representa, ainda, um tesouro escondido. Senti falta do interesse pelas facetas menos conhecidas dele, que ajudam a humanizar ainda mais o personagem.</p>
<p>Em todo caso, para mim foi uma grata surpresa a descoberta deste blog. Seus textos são muito bons, esclarecedores e, sobretudo, (auto)críticos. Um forte abraço e continue com este belo trabalho.</p>
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		<title>Por: Alessandro</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-368</link>
		<dc:creator>Alessandro</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Nov 2007 17:14:19 +0000</pubDate>
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		<description>Criticar é muito fácil. Conhecer o verdadeiro Ernesto Guevara é um pouco mais difícil, principalmente com reportagens como a da revista Veja, onde se demonstra o mais puro ranso imperialista, que alguns idolatram. 
O humanista Che é o verdadeiro. O Homem Novo é o próprio Che, e quem não souber quem é o Homem Novo, não saberá quem é Che.
Quantas pessoas se matam no mundo diariamente em virtude da política existente, onde o "mais forte" destrói o "mais fraco"? Num mundo onde é sempre preciso estar concorrendo com alguém, se tentando ser o melhor para se chegar ao topo, não se pode entender o que algumas pessoas pensam ou pensaram. Não se pode entender que algumas pessoas lutam ou lutaram pelo povo, que não tem qualquer chance na sua vida, pelo povo que é um mero coadjuvante de uma classe que dominou a América desde sempre e quer se manter no poder a qualquer preço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Criticar é muito fácil. Conhecer o verdadeiro Ernesto Guevara é um pouco mais difícil, principalmente com reportagens como a da revista Veja, onde se demonstra o mais puro ranso imperialista, que alguns idolatram.<br />
O humanista Che é o verdadeiro. O Homem Novo é o próprio Che, e quem não souber quem é o Homem Novo, não saberá quem é Che.<br />
Quantas pessoas se matam no mundo diariamente em virtude da política existente, onde o &#8220;mais forte&#8221; destrói o &#8220;mais fraco&#8221;? Num mundo onde é sempre preciso estar concorrendo com alguém, se tentando ser o melhor para se chegar ao topo, não se pode entender o que algumas pessoas pensam ou pensaram. Não se pode entender que algumas pessoas lutam ou lutaram pelo povo, que não tem qualquer chance na sua vida, pelo povo que é um mero coadjuvante de uma classe que dominou a América desde sempre e quer se manter no poder a qualquer preço.</p>
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		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-142</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 21:49:15 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não critiquei a matéria da Veja, e nem poderia, porque não a li. Eu apenas mostrei que a revista ouviu apenas os inimigos do governo cubano. Não cumpriu a regra básica do jornalismo, que é ouvir todos os lados da questão.

Os cubanos de Miami têm o direito de dizer o que bem entendam, e eu tenho o direito de dizer que eles não têm isenção. Eu não os chamei de traidores, mentirosos, bandidos, de nada. Apenas disse que são inimigos do governo, e isso não é um juízo de valor. Eles são o quê, aliados?

Repito o que disse antes: sua mensagem é baseado em fontes tendenciosas, ou seja, você não tem um caso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não critiquei a matéria da Veja, e nem poderia, porque não a li. Eu apenas mostrei que a revista ouviu apenas os inimigos do governo cubano. Não cumpriu a regra básica do jornalismo, que é ouvir todos os lados da questão.</p>
<p>Os cubanos de Miami têm o direito de dizer o que bem entendam, e eu tenho o direito de dizer que eles não têm isenção. Eu não os chamei de traidores, mentirosos, bandidos, de nada. Apenas disse que são inimigos do governo, e isso não é um juízo de valor. Eles são o quê, aliados?</p>
<p>Repito o que disse antes: sua mensagem é baseado em fontes tendenciosas, ou seja, você não tem um caso.</p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandre</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-136</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2007 12:43:36 +0000</pubDate>
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		<description>Você fez uma análise e uma crítica a matéria de uma revista sem ler nada? É isso mesmo? Você fez comentários e chegou a conclusões em seu blog sobre o tema sem ter lido uma única palavra? Isso é no mínimo leviano, para não dizer outra coisa.

Não morro de amores pela Veja, acredito mesmo que seu conteúdo editorial muitas vezes seja tendencioso, defendendo interesses parciais e contrários ao seu leitor, mas me mostre uma mídia totalmente imparcial, independente em relação ao mercado e que defenda apenas os interesses  de seus leitores e talvez eu aceite seu argumento de recusar toda a sua linha editorial. De vez em quando eles acertam, como quando disseram que há 40 anos morria o homem e nascia a farsa do mito, pelo menos me dei ao trabalho de ler antes de comentá-la. A propósito, a matéria estava apenas de acordo com meus conhecimentos anteriores sobre o assunto em questão.

Você defende tanto a liberdade de opinião e não aceita que refugiados cubanos nos EUA sejam testemunhas do regime castrista ou sobre Che? Isso é limitar sua opinião ao argumento do ditador que diz que todos são traidores e inimigos da revolução. Quando o governo americano resolveu barrar a vinda de "inimigos" de Cuba, já havia 110.000 cubanos exilados no país. Se não fosse a resolução americana de barrar os ingratos que não apreciavam o paraíso comunista, Fidel estaria sozinho em uma ilha deserta. Contra a lógica dos fatos, não existe argumentos. Um cidadão honesto não tem o direito de escolher onde quer viver sem ser taxado de inimigo, mentiroso e traidor? 

Contrariando as afirmações da matéria de Veja que você não leu, vamos imaginar que o medíocre e sanguinário guerrilheiro revolucionário comunista Che fosse um grande estrategista militar, um político altamente competente e capaz de persuadir os povos latino- americanos com sua falácia socialista,  trazendo soluções para todos os problemas e mazelas sociais, levando consigo um rastro de democracia vermelha e liberdade comunista jamais vistos. Afinal de contas, idealistas revolucionários são capazes de tudo em seus delírios de grandeza, atribuindo a si mesmos poderes praticamente divinos ao propor sua mudança da realidade social. Temos agora o arquétipo do mito que você admira e homenageia. 

Não há nada de errado em querer sonhar com um mundo melhor, mas os fins não justificam os meios. Nenhum homem ou grupo tem o direito de transformar o presente num inferno em nome de um suposto futuro melhor. Um médico que salva vidas seria infinitamente melhor que um guerrilheiro sanguinário.

Che não admitia divergências de opinião, ao não concordar com suas idéias, ou pelo menos, parte delas, você seria um sério candidato ao paredão de fuzilamento, condenado como traidor da causa revolucionária. Estados comunistas não sobrevivem com liberdade de expressão, ninguém aceita passivamente ditadores bonzinhos. 

Marcus, após acompanhar o seu debate com o Flavio sobre a liberação das drogas, começo a acreditar que você é uma daquelas  pessoas que preferem antes acreditar em uma mentira que combine com seus esquemas habituais de raciocínio do que numa verdade que contrarie esse esquema. Acreditar em mentiras é algo inerente ao ser humano, o que não quer dizer que pessoas como você queiram a mentira, mas que antes de desejar a verdade você prefere a segurança e a comodidade do apoio de seus iguais para não contrariar todos os seus colegas. 

Ninguém é obrigado a ter opinião sobre tudo, essa mania doentia de falar sobre qualquer coisa precisa acabar, começar a dizer "não sei"  ou não falar sobre coisas que você não sabe as conseqüências é o primeiro passo para trilhar um caminho melhor. Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você fez uma análise e uma crítica a matéria de uma revista sem ler nada? É isso mesmo? Você fez comentários e chegou a conclusões em seu blog sobre o tema sem ter lido uma única palavra? Isso é no mínimo leviano, para não dizer outra coisa.</p>
<p>Não morro de amores pela Veja, acredito mesmo que seu conteúdo editorial muitas vezes seja tendencioso, defendendo interesses parciais e contrários ao seu leitor, mas me mostre uma mídia totalmente imparcial, independente em relação ao mercado e que defenda apenas os interesses  de seus leitores e talvez eu aceite seu argumento de recusar toda a sua linha editorial. De vez em quando eles acertam, como quando disseram que há 40 anos morria o homem e nascia a farsa do mito, pelo menos me dei ao trabalho de ler antes de comentá-la. A propósito, a matéria estava apenas de acordo com meus conhecimentos anteriores sobre o assunto em questão.</p>
<p>Você defende tanto a liberdade de opinião e não aceita que refugiados cubanos nos EUA sejam testemunhas do regime castrista ou sobre Che? Isso é limitar sua opinião ao argumento do ditador que diz que todos são traidores e inimigos da revolução. Quando o governo americano resolveu barrar a vinda de &#8220;inimigos&#8221; de Cuba, já havia 110.000 cubanos exilados no país. Se não fosse a resolução americana de barrar os ingratos que não apreciavam o paraíso comunista, Fidel estaria sozinho em uma ilha deserta. Contra a lógica dos fatos, não existe argumentos. Um cidadão honesto não tem o direito de escolher onde quer viver sem ser taxado de inimigo, mentiroso e traidor? </p>
<p>Contrariando as afirmações da matéria de Veja que você não leu, vamos imaginar que o medíocre e sanguinário guerrilheiro revolucionário comunista Che fosse um grande estrategista militar, um político altamente competente e capaz de persuadir os povos latino- americanos com sua falácia socialista,  trazendo soluções para todos os problemas e mazelas sociais, levando consigo um rastro de democracia vermelha e liberdade comunista jamais vistos. Afinal de contas, idealistas revolucionários são capazes de tudo em seus delírios de grandeza, atribuindo a si mesmos poderes praticamente divinos ao propor sua mudança da realidade social. Temos agora o arquétipo do mito que você admira e homenageia. </p>
<p>Não há nada de errado em querer sonhar com um mundo melhor, mas os fins não justificam os meios. Nenhum homem ou grupo tem o direito de transformar o presente num inferno em nome de um suposto futuro melhor. Um médico que salva vidas seria infinitamente melhor que um guerrilheiro sanguinário.</p>
<p>Che não admitia divergências de opinião, ao não concordar com suas idéias, ou pelo menos, parte delas, você seria um sério candidato ao paredão de fuzilamento, condenado como traidor da causa revolucionária. Estados comunistas não sobrevivem com liberdade de expressão, ninguém aceita passivamente ditadores bonzinhos. </p>
<p>Marcus, após acompanhar o seu debate com o Flavio sobre a liberação das drogas, começo a acreditar que você é uma daquelas  pessoas que preferem antes acreditar em uma mentira que combine com seus esquemas habituais de raciocínio do que numa verdade que contrarie esse esquema. Acreditar em mentiras é algo inerente ao ser humano, o que não quer dizer que pessoas como você queiram a mentira, mas que antes de desejar a verdade você prefere a segurança e a comodidade do apoio de seus iguais para não contrariar todos os seus colegas. </p>
<p>Ninguém é obrigado a ter opinião sobre tudo, essa mania doentia de falar sobre qualquer coisa precisa acabar, começar a dizer &#8220;não sei&#8221;  ou não falar sobre coisas que você não sabe as conseqüências é o primeiro passo para trilhar um caminho melhor. Há sabedoria em não crer saber aquilo que tu não sabes.</p>
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	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-118</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2007 01:38:06 +0000</pubDate>
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		<description>Eu nem li a matéria da Veja, mas sei que ela entrevistou apenas cidadãos cubanos residentes em Miami, inimigos do governo. É claro que não se pode confiar no que nela está escrito.

Se você considera o Che desprezível com base numa matéria tendenciosa, você não tem um caso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nem li a matéria da Veja, mas sei que ela entrevistou apenas cidadãos cubanos residentes em Miami, inimigos do governo. É claro que não se pode confiar no que nela está escrito.</p>
<p>Se você considera o Che desprezível com base numa matéria tendenciosa, você não tem um caso.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-112</link>
		<dc:creator>Alexandre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 22:47:05 +0000</pubDate>
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		<description>A frase mais famosa e atribuída a Che "Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura." pode ser realmente de um homem que também diz "Fuzilamos e seguiremos fuzilando enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta até a morte."?. A princípio é no mínimo contraditório e estranho que possam vir da mesma pessoa. Mas, basta conhecer um pouco a metodologia comunista e revolucionária para entender que é possível fuzilar o inimigo (qualquer um que discorde de seus métodos ou ideologia) com ternura.

Marcus, você diz que o seu propósito não é o de analisar o mito, mas de pensar no homem por trás do mito. Pois bem, o homem que você admira é desprezível sobre vários aspectos, a matéria da veja apenas relata os fatos históricos e testemunhos dos que conviveram com ele.

Se ele era extraordinário como você diz é apenas porque o mito diz que ele era um soldado e um sonhador, um teórico e um poeta. O mito é apenas uma mentira que a propaganda enganosa da esquerda revolucionária vende para pessoas ingênuas que compram a mentira e a espalham como verdade.

Homens que matam e morrem em nome de vãs utopias não merecem ser lembrados com admiração, mas com absoluto desprezo. Esse é o seu verdadeiro valor. Che não deve ser compreendido e estudado ao lado apenas dos grandes revolucionários da América Latina,
caso tenha alguma dúvida sobre suas reais intenções revolucionárias, analise os teóricos e práticos da cartilha comunista: Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro. 

O discurso do revolucionário comunista é muito "poético" na teoria, mas um desastre na prática. Minha sugestão é que façamos não um minuto de silêncio, mas 40 minutos de silêncio pelos milhões de mortos nas ditaduras comunistas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A frase mais famosa e atribuída a Che &#8220;Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura.&#8221; pode ser realmente de um homem que também diz &#8220;Fuzilamos e seguiremos fuzilando enquanto for necessário. Nossa luta é uma luta até a morte.&#8221;?. A princípio é no mínimo contraditório e estranho que possam vir da mesma pessoa. Mas, basta conhecer um pouco a metodologia comunista e revolucionária para entender que é possível fuzilar o inimigo (qualquer um que discorde de seus métodos ou ideologia) com ternura.</p>
<p>Marcus, você diz que o seu propósito não é o de analisar o mito, mas de pensar no homem por trás do mito. Pois bem, o homem que você admira é desprezível sobre vários aspectos, a matéria da veja apenas relata os fatos históricos e testemunhos dos que conviveram com ele.</p>
<p>Se ele era extraordinário como você diz é apenas porque o mito diz que ele era um soldado e um sonhador, um teórico e um poeta. O mito é apenas uma mentira que a propaganda enganosa da esquerda revolucionária vende para pessoas ingênuas que compram a mentira e a espalham como verdade.</p>
<p>Homens que matam e morrem em nome de vãs utopias não merecem ser lembrados com admiração, mas com absoluto desprezo. Esse é o seu verdadeiro valor. Che não deve ser compreendido e estudado ao lado apenas dos grandes revolucionários da América Latina,<br />
caso tenha alguma dúvida sobre suas reais intenções revolucionárias, analise os teóricos e práticos da cartilha comunista: Lenin, Stalin, Trotsky, Mao e Fidel Castro. </p>
<p>O discurso do revolucionário comunista é muito &#8220;poético&#8221; na teoria, mas um desastre na prática. Minha sugestão é que façamos não um minuto de silêncio, mas 40 minutos de silêncio pelos milhões de mortos nas ditaduras comunistas.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Cordeiro</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-67</link>
		<dc:creator>Jorge Cordeiro</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 22:46:30 +0000</pubDate>
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		<description>parabéns pela nova casa. Quanto ao Che, não devemos dar tanta bola para o que o panfleto da Marginal publica. Faz tempos que deixaram de praticar jornalismo. No mínimo 10 anos. Alias, reli ontem uma materia da Dorrit Harazim sobre Che publicada justamente lá, em 1997, e é impressionante a diferença dequalidade, de honestidade. Será que tem a ver com a venda de parte das ações da Abril para o grupo Naspers, da ÁFrica do Sul - apoiador de primeira hora do apartheid? Sei não.... 

Fiz uma singela homenagem ao Che lá no Escriba n odia do aniversario de sua morte - tá aqui: http://escriba.org/novo/?p=1250

abs
jorge</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>parabéns pela nova casa. Quanto ao Che, não devemos dar tanta bola para o que o panfleto da Marginal publica. Faz tempos que deixaram de praticar jornalismo. No mínimo 10 anos. Alias, reli ontem uma materia da Dorrit Harazim sobre Che publicada justamente lá, em 1997, e é impressionante a diferença dequalidade, de honestidade. Será que tem a ver com a venda de parte das ações da Abril para o grupo Naspers, da ÁFrica do Sul - apoiador de primeira hora do apartheid? Sei não&#8230;. </p>
<p>Fiz uma singela homenagem ao Che lá no Escriba n odia do aniversario de sua morte - tá aqui: <a href="http://escriba.org/novo/?p=1250" rel="nofollow">http://escriba.org/novo/?p=1250</a></p>
<p>abs<br />
jorge</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-66</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 18:00:54 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;Christiano:&lt;/strong&gt; eu já respondi à Andréa que não considero o Che um herói, e que não acredito em heróis. Sinto que você está respondendo a algo que eu não disse.

Sobre os talentos e a figura fora do comum de Ernesto Guevara, eu indico o texto, obviamente muito mais bem escrito que o meu, do Ricardo Piglia, traduzido pelo Idelber Avelar, &lt;a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2007/10/che_guevara_por_ricardo_piglia.php" rel="nofollow"&gt;aqui&lt;/a&gt;.

Sobre a comparação com Pol Pot, recorro ao &lt;a href="http://atorredemarfim.apostos.com/archives/2007/10/ecce_homo_40_an.html" rel="nofollow"&gt;F. Arranhaponte&lt;/a&gt;, que não está nem próximo de ser um admirador do argentino:

"não dá para comparar com Mao, Stálin ou Pol Pot. É forçar a barra. Não dá para comparar com Hitler. É ridículo".

&lt;strong&gt;Alessandra:&lt;/strong&gt; eu também tenho um certo medo de idealistas que levam a sério demais o seu ideal. Mas não vejo que o Che tenha cometido atrocidades em favor do que acreditava. É possível que tivesse feito isso se vivesse mais. Nunca saberemos.

&lt;strong&gt;André:&lt;/strong&gt; meu propósito não foi o de analisar o mito que se criou em torno do Che, mas de pensar no homem por trás do mito. E acho que o internacionalismo, por exemplo, é uma característica presente tanto no Che quanto em Bolívar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Christiano:</strong> eu já respondi à Andréa que não considero o Che um herói, e que não acredito em heróis. Sinto que você está respondendo a algo que eu não disse.</p>
<p>Sobre os talentos e a figura fora do comum de Ernesto Guevara, eu indico o texto, obviamente muito mais bem escrito que o meu, do Ricardo Piglia, traduzido pelo Idelber Avelar, <a href="http://www.idelberavelar.com/archives/2007/10/che_guevara_por_ricardo_piglia.php" rel="nofollow">aqui</a>.</p>
<p>Sobre a comparação com Pol Pot, recorro ao <a href="http://atorredemarfim.apostos.com/archives/2007/10/ecce_homo_40_an.html" rel="nofollow">F. Arranhaponte</a>, que não está nem próximo de ser um admirador do argentino:</p>
<p>&#8220;não dá para comparar com Mao, Stálin ou Pol Pot. É forçar a barra. Não dá para comparar com Hitler. É ridículo&#8221;.</p>
<p><strong>Alessandra:</strong> eu também tenho um certo medo de idealistas que levam a sério demais o seu ideal. Mas não vejo que o Che tenha cometido atrocidades em favor do que acreditava. É possível que tivesse feito isso se vivesse mais. Nunca saberemos.</p>
<p><strong>André:</strong> meu propósito não foi o de analisar o mito que se criou em torno do Che, mas de pensar no homem por trás do mito. E acho que o internacionalismo, por exemplo, é uma característica presente tanto no Che quanto em Bolívar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: André Kenji</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-65</link>
		<dc:creator>André Kenji</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 16:56:25 +0000</pubDate>
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		<description>Hmmm... Comparar Che com José Marti(De FATO conseguiu expulsar os espanhois de Cuba) ou com Bolívar(Que apesar de seus defeitos liderou parte da descolonização da América Hispânica) não me parece apropriado.

E acho que a esquerda tem idolos melhores, não tem? Sei lá, tipo Eugene Debs, Benito Juárez ou Rosa Parks.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hmmm&#8230; Comparar Che com José Marti(De FATO conseguiu expulsar os espanhois de Cuba) ou com Bolívar(Que apesar de seus defeitos liderou parte da descolonização da América Hispânica) não me parece apropriado.</p>
<p>E acho que a esquerda tem idolos melhores, não tem? Sei lá, tipo Eugene Debs, Benito Juárez ou Rosa Parks.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alessandra</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-64</link>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 15:32:29 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, Ches à parte, obrigada por aparecer no meu não-blog. Volte sempre! Eu provavelmente voltarei aqui também.  :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, Ches à parte, obrigada por aparecer no meu não-blog. Volte sempre! Eu provavelmente voltarei aqui também.  <img src='http://marcuspessoa.net/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /></p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Alessandra</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-63</link>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 15:28:24 +0000</pubDate>
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		<description>Até acho que o Che não era nenhum monstro e realmente queria fazer o que era certo. Mas... sei lá, não acho nada de genial nisso, e de boas intenções o inferno está cheinho. Eu sempre tenho medo de idealistas, as pessoas que não tem nenhum receio em quebrar quantos ovos forem necessários, para fazer uma omelete que frequentemente sai queimada e sem sal. 

Aliás, como todo jovem ídolo, Che só é considerado herói porque morreu. Se tivesse sobrevivido, seria hoje uma espécie de Fidel sem presidência de porra nenhuma.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Até acho que o Che não era nenhum monstro e realmente queria fazer o que era certo. Mas&#8230; sei lá, não acho nada de genial nisso, e de boas intenções o inferno está cheinho. Eu sempre tenho medo de idealistas, as pessoas que não tem nenhum receio em quebrar quantos ovos forem necessários, para fazer uma omelete que frequentemente sai queimada e sem sal. </p>
<p>Aliás, como todo jovem ídolo, Che só é considerado herói porque morreu. Se tivesse sobrevivido, seria hoje uma espécie de Fidel sem presidência de porra nenhuma.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Ed</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-62</link>
		<dc:creator>Ed</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 15:18:20 +0000</pubDate>
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		<description>Nessa briguinha entre revistas de esquerda direita quem deve sofrer são as pessoinhas mal informadas, vide as capas da Veja e a da Caros Amigos deste mês.

Bah.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nessa briguinha entre revistas de esquerda direita quem deve sofrer são as pessoinhas mal informadas, vide as capas da Veja e a da Caros Amigos deste mês.</p>
<p>Bah.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Christiano Milfont</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-59</link>
		<dc:creator>Christiano Milfont</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 14:32:32 +0000</pubDate>
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		<description>Marcus, você é uma pessoa muito inteligente para considerar Che Guevara de grande talento, sério, discordo de várias coisas que você acredita, isso é natural, mas não consigo acreditar que logo você admire esse idiota. Se você considerar matar um grande talento...
Não existe soldado que não tenha matado, mas não levo soldado em consideração. Che foi um estrategista estúpido, sem ele Fidel e Cia. teriam sucesso da mesma forma, como ministro em Cuba ele foi um desastre.
Existem muitos mártires. Che não foi mártire, foi um covarde e assassino. Assim como Pol Pot, matou prisioneiros e inocentes... pior! Em tempos de paz ou no mínino trégua.
Não tem nada a ver se o "outro lado" fez, não relativizo a maldade. USRR e USA são dois lados da mesma moeda, ambos tiveram o mesmo peso na guerra fria, escolher um dos lados e tudo aquilo que foi fabricado por eles, como CHE pela USRR e Saddan pelos USA, é tecer elogios ao sinal contrário indiretamente.
Se Che foi um herói você tem que considerar então que os agentes da C.I.A. também foram, afinal eles estavam lutando pela sua verdade. Considera?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcus, você é uma pessoa muito inteligente para considerar Che Guevara de grande talento, sério, discordo de várias coisas que você acredita, isso é natural, mas não consigo acreditar que logo você admire esse idiota. Se você considerar matar um grande talento&#8230;<br />
Não existe soldado que não tenha matado, mas não levo soldado em consideração. Che foi um estrategista estúpido, sem ele Fidel e Cia. teriam sucesso da mesma forma, como ministro em Cuba ele foi um desastre.<br />
Existem muitos mártires. Che não foi mártire, foi um covarde e assassino. Assim como Pol Pot, matou prisioneiros e inocentes&#8230; pior! Em tempos de paz ou no mínino trégua.<br />
Não tem nada a ver se o &#8220;outro lado&#8221; fez, não relativizo a maldade. USRR e USA são dois lados da mesma moeda, ambos tiveram o mesmo peso na guerra fria, escolher um dos lados e tudo aquilo que foi fabricado por eles, como CHE pela USRR e Saddan pelos USA, é tecer elogios ao sinal contrário indiretamente.<br />
Se Che foi um herói você tem que considerar então que os agentes da C.I.A. também foram, afinal eles estavam lutando pela sua verdade. Considera?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Diego</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-58</link>
		<dc:creator>Diego</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 13:42:48 +0000</pubDate>
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		<description>"Quando você me mostrar algum soldado que não matou ninguém, eu vou pensar na relevância desse argumento"

Sensacional, hahaha!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Quando você me mostrar algum soldado que não matou ninguém, eu vou pensar na relevância desse argumento&#8221;</p>
<p>Sensacional, hahaha!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: mary w</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-57</link>
		<dc:creator>mary w</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 09:38:23 +0000</pubDate>
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		<description>exato, marcus. a cabeça da guerra fria. é isso q eu tenho sentido na imprensa. nao sei de onde tem vindo essa polarizaçao. é totalmente anacronica. e parece estar com tudo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>exato, marcus. a cabeça da guerra fria. é isso q eu tenho sentido na imprensa. nao sei de onde tem vindo essa polarizaçao. é totalmente anacronica. e parece estar com tudo.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Adib</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-54</link>
		<dc:creator>Adib</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 05:00:41 +0000</pubDate>
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		<description>Bravíssimo, mestre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bravíssimo, mestre.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Marcus Pessoa</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-53</link>
		<dc:creator>Marcus Pessoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 01:16:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-53</guid>
		<description>Não acredito em heróis, Andréa. Não vejo o Che como um herói. O vejo como uma pessoa de grande talento, numa área (a política) onde só tem gente mesquinha e vulgar.

Entendo os seus sentimentos em relação às mortes.

Já fui mais pacifista do que sou hoje. Hoje penso que existe uma paz de verdade e outra semelhante à dos cemitérios.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não acredito em heróis, Andréa. Não vejo o Che como um herói. O vejo como uma pessoa de grande talento, numa área (a política) onde só tem gente mesquinha e vulgar.</p>
<p>Entendo os seus sentimentos em relação às mortes.</p>
<p>Já fui mais pacifista do que sou hoje. Hoje penso que existe uma paz de verdade e outra semelhante à dos cemitérios.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Andréa N.</title>
		<link>http://marcuspessoa.net/2007/10/08/che/#comment-52</link>
		<dc:creator>Andréa N.</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 00:59:34 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não sei, tenho "mixed feelings" (como dizem aqui) quanto a ele ser ou não um herói. Não entra muito na minha cabeça o fato de que ele era médico formado, e médicos fazem um juramento de salvar vidas. Jamais matar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não sei, tenho &#8220;mixed feelings&#8221; (como dizem aqui) quanto a ele ser ou não um herói. Não entra muito na minha cabeça o fato de que ele era médico formado, e médicos fazem um juramento de salvar vidas. Jamais matar.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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